Despertar: Um guia para a espiritualidade sem religião - Sam Harris

Despertar: Um guia para a espiritualidade sem religião – Sam Harris

 

Neste livro, que está na lista do New York Times desde o ano passado, Sam Harris comprova como a meditação e a prática contemplativa não têm como pré-requisito qualquer tipo de crença “mística” ou de ideias “espirituais”; e mostra como isso pode servir para aliviar o stress, aproximar as pessoas e ajudar nas batalhas cotidianas.

Os Maiores Clássicos do Demolidor de Frank Miller - Volume 02

Os Maiores Clássicos do Demolidor de Frank Miller – Volume 02

 

Um herói. Uma assassina. Dois amantes em rota de colisão. Um mortal clã de assassinos, O Tentáculo, está ampliando seua área de atuação. E seu primeiro alvo americano é um certo advogado cego chamado… Matt Murdock. Para piorar, o Homem Sem Medo é forçado a enfrentar a mais nova assassina de Wilson Fisk, o Rei do Crime. Uma mulher com profundas ligações com o alter ego do Demolidor – sua ex-namorada Elektra. Separados pelo ódio, Demolidor e Elektra se enfrentam numa batalha de vida ou morte sobre os telhados de Nova York. Dando sequencia a eletrizante saga do Homem Sem Medo, acompanhe a primeira aparição do Mestre Stick, o homem que ajudou Matt Murdock a desenvolver seu sentido de radar; do poderoso Tentáculo e seu assassino imortal, Kirigi. Uma participação de Luke Cage e Punho de Ferro. E várias outras aventuras que ajudaram a forjar a lenda chamada Demolidor, todas escritas e desenhadas por seu criador máximo… Frank Miller!

Os Maiores Clássicos do Demolidor de Frank Miller - Volume 01

Os Maiores Clássicos do Demolidor de Frank Miller – Volume 01

 

Ele, um herói lutando pela justiça. ela, uma assassina com fome de vingança. Demolidor e Elektra… Um dos romances mais épicos na história dos quadrinhos, narrado pelo criador que se tornou uma verdadeira lenda viva… Frank Miller. Edição com seis clássicas aventuras, de 1981, que marcou profundamente a carreira do visionário escritor e desenhista, mediante as quais foram introduzidos personagens (novos ou redimensionados) e conflitos fundamentais para a legenda do Demolidor: Foggy Nelson, Elektra, Mercenário, Heather, Rei do Crime, Gladiador e o Tucão.

O Mercador de Veneza - William Shakespeare

O Mercador de Veneza – William Shakespeare

 

O mercador de Veneza é uma das obras mais polêmicas de William Shakespeare (1564-1616). Escrita por volta de 1596, aborda o choque entre diferentes culturas, tema tão presente hoje como na Inglaterra do século XVI. Tradicionalmente classificada como comédia, apresenta elementos típicos do romantismo; um exemplo é a heroína da peça – Pórcia –, uma dama italiana à procura de um marido.

A história tem lugar entre Veneza e a fictícia Belmonte e mostra o antagonismo entre Antônio – o mercador do título da obra, comerciante cristão de prestígio – e Shylock, um usuário judeu que leva o outro ao tribunal no intuito de cobrar uma dívida. Para criar este que é um dos seus mais populares personagens, Shakespeare se inspirou na peça O judeu de Malta, de seu contemporâneo Christopher Marlowe.

Nesta obra fica clara a habilidade shakespeariana de colocar elementos altamente trágicos numa peça que termina em casamentos e reconciliações. Sem piedade, o dramaturgo manipula a opinião do público em meio a personagens tão dúbios quanto ardilosos, criando um dos seus melhores trabalhos.

Titus Andronicus - William Shakespeare

Titus Andronicus – William Shakespeare

 

Titus Andronicus é uma tragédia de autoria de William Shakespeare, considerada a mais sangrenta de todas, e que se acredita ter sido escrita entre 1584 e início dos anos 1590. Na trama, Tito Andrônico, um poderoso general da Roma Antiga, volta triunfante da guerra contra os godos. No entanto, se recusa em se tornar imperador e as sucessivas mortes em decorrência da disputa pelo trono desencadeiam uma onda de vingança sem fim. As cenas por vezes chocantes de decapitações e mutilações, além de um estupro e de uma cena de canibalismo involuntário, fazem desta uma das mais violentas peças shakespearianas. Essa crueldade exacerbada tem causado forte reação nas platéias ao redor do mundo, como ocorreu em uma das montagens mais famosas do texto – feita por Peter Brook em 1955 -, na qual uma ambulância ficava fora do teatro para socorrer os espectadores que passavam mal.

A Arte da Guerra: Por uma estratégia perfeita – Sun Tzu

A Arte da Guerra: Por uma estratégia perfeita – Sun Tzu

 

Na paz, preparar-se para a guerra; na guerra, preparar-se para a paz. A arte da guerra é de importância vital para o Estado. É uma questão de vida ou morte, um caminho tanto para a segurança como para a ruína. Assim, em nenhuma circunstância deve ser negligenciada.

Desta maneira começa o notável documento chinês, escrito há; cerca de 2 mil e 500 anos, no qual é registrada a sabedoria de Sun Tzu, filósofo que se tornou general. Os conselhos de Sun Tzu podem ser usados de diferentes formas e para diversos campos do conhecimento humano. São muito úteis, principalmente, para jovens executivos e empreendedores, assim como para chefes de Estado e comandantes.

Gitanjali - Rabindranath Tagore

Gitanjali – Rabindranath Tagore

 

“O Grande Mestre”…

Assim Mahatma Gandhi o chamava. Aliás, quem deu a alcunha de Mahatma (“Grande Alma”) a Gandhi foi o próprio Tagore.
Não somente o Prêmio Nobel de Literatura de 1913, mas o primeiro não europeu a merecer tal homenagem.
E, até hoje, quando ouvimos aos hinos da Índia ou de Bangladesh, ouvimos a composições suas.
Mas Tagore foi muito mais do que um compositor de hinos, um Prêmio Nobel, ou mesmo um “grande mestre”. Tagore foi um poeta da alma, um grande místico, e talvez isto por si só, ou somente isto, possa explicar a qualidade inefável e atemporal de seus poemas, contos, textos e músicas.
Tagore conservou até o seu último dia a fé no homem espiritual, no homem do amanhã. Ele foi um daqueles poucos, pouquíssimos, que não se contentou em simplesmente esperar pelo Céu – tratou de tentar erguê-lo aqui mesmo, neste mundo…

O bom livro - A. C. Grayling

O bom livro – A. C. Grayling

 

O bom livro é uma versão não religiosa da Bíblia, inspirada em 2.500 anos de pensamento, ciência e literatura, ocidentais e orientais.

O resultado é uma obra moderna, que se aproxima das sagradas escrituras na concepção e na tendência literária, mas que se afasta delas ao abranger uma tradição humanista mais antiga e vasta, de amplo escopo cultural e geográfico.

Textos imortais de Heródoto, Lucrécio, Confúcio, Mêncio, Sêneca, Cícero, Montaigne, Bacon, entre outros, foram editados, adaptados e reescritos por A. C. Grayling de modo a reproduzirem alguns dos livros mais emblemáticos da Bíblia, como o Gênesis e as Epístolas. Ao modernizar e laicizar a Bíblia, o filósofo britânico mais lido da atualidade nos desafia a responder uma das questões centrais da sua obra: num mundo cada vez mais laico, o que significa, hoje, ser Humano?

Inspirando-se na Bíblia cristã e judaica, no Alcorão e em outros livros sagrados das grandes religiões, O bom livro destina-se a “ajudar e guiar, sugerir, instruir, advertir e consolar; acima de tudo, erguer a luz da mente e do coração humano diante das sombras da vida”.

EntreMundos - EntreMundos #01 - Neil Gaiman, Michael Reaves

EntreMundos – EntreMundos #01 – Neil Gaiman, Michael Reaves

 

Primeiro de uma trilogia de sucesso assinada a quatro mãos por Neil Gaiman e Michael Reaves, roteirista de TV premiado, Entremundos leva o leitor a viajar por várias dimensões na companhia de Joey Harker, um garoto comum que, durante um inusitado teste de localização proposto pelo professor de Estudos Sociais, descobre ser um Andador, alguém capaz de deslocar-se de uma dimensão para outra. Enquanto tenta entender onde está e o que significa sua nova condição, Joey percebe que aquele é o começo de uma nova vida e de uma grande aventura em que magia e ciência se unem para garantir a paz em vários mundos.