Detectamos que você está usando um plugin que bloqueia as propagandas do nosso site (AdBlock Plus, Avira Browser Safety ou similar). Ao usar esse tipo de plugin, você está contribuindo para que o nosso site saia do ar, pois precisamos das propagandas para pagar nossos custos. Por favor, desabilite esse plugin para poder acessar o nosso site. SEMPRE QUE POSSÍVEL CLIQUE NO BANNERS PARA AJUDAR O SITE !

Solo Feminino – Amor e desacerto – Livia Garcia-Roza

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on TumblrDigg thisPin on PinterestShare on LinkedInEmail this to someone

Solo Feminino – Amor e desacerto – Livia Garcia-RozaGilda é a espirituosa protagonista de SOLO FEMININO, cujo fino senso de ironia não poupa nem a si mesma. Vive uma vida insípida, repleta de frustrações – entre as principais, nunca ter tido um orgasmo e ainda morar com a mãe. Amarga um romance clandestino com José Júlio, homem casado que promete mas não larga a mulher, e é perseguida por um chefe tarado. Mas Gilda é uma sobrevivente e jamais cede à autopiedade. Em sua cruzada pela felicidade, quantos sapos terá de beijar até encontrar seu príncipe?

Livia Garcia-Roza nasceu no Flamengo, Rio de Janeiro. Passou a infância e adolescência em Icaraí (Niterói), retornando ao Rio onde vive até hoje. É psicanalista, formada em Psicologia com pós-graduação em Psicologia Clínica, pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Fez formação psicanalítica no Instituto de Medicina Psicológica, atual Sociedade de Psicanálise Iracy Doyle (SPID).

É mulher de Luiz Alfredo Garcia-Roza, psicanalista e escritor de não ficção que se lançou ao romance policial aos 60 anos, com O silêncio da chuva (1996), o primeiro da série sobre o delegado Espinosa.

E Livia estreara na ficção um ano antes, em 1995, com o romance Quarto de menina (selo Altamente Recomendável concedido pela Fundação Nacional do Livro Infantil Juvenil – FNLIJ). É autora de Meus queridos estranhos (1997), Cartão-postal (1999) e Cine Odeon, de 2001 (os dois últimos finalistas do Jabuti). Organizou a coletânea de contos Ficções fraternas (2003).

Créditos: Clubinho

 

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on TumblrDigg thisPin on PinterestShare on LinkedInEmail this to someone

“Eu não me importo com o que os outros pensam sobre o que eu faço, mas eu me importo muito com o que eu penso sobre o que eu faço. Isso é caráter.” - Theodore Roosevelt



Os comentários estão fechados.